Este blog tem a finalidade de evangelizar com a contribuição da espiritualidade Franciscana(os pensamentos de São Francisco de Assis), e dos santos de cada dia. "Tudo começa com o Espírito, mesmo dentro de cada um. É impossível orar sem o impulso inicial do Espírito Santo, mesmo em quem não o reconhece". Frei José Carlos OFMCap.
sábado, 8 de dezembro de 2012
Hoje dia de Nossa Senhora da Conceição, tomada como patrona da Ordem dos Frades Menores por São Francisco, nós Franciscanos no geral temos uma veneração muito especial por Nossa Senhora da Conceição, Ela que intercede pelos Franciscanos e Franciscanas, e todo os vossos filhos e filhas, rogai sempre por nós pecadores! Amém!!! Assim Seja!!!
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
"A caridade é paciente, é benigna; não é invejosa, não é vaidosa, não se ensoberbece; não faz nada de inconveniente, não é interesseira, não se encoleriza, não guarda rancor; não se alegra com iniquidade, mas regozija-se com verdade. Suporta tudo, crê tudo, espera tudo, desculpa tudo." (1Cor 13,4-7)
Caríssimos irmãos e amados filhos de Deus, amemos sobretudo a Deus, em primeiro lugar de nossa vida, procuremos conquistar esse tesouro maior que é o próprio Cristo em nossa vida, para que assim Ele possa ser o centro de nossa vida, assim conduzindo-nos sempre segundo a sua vontade; mas para isso é necessário que possamos abrir nossos corações para essa realização, que transforma a nossa vida, fazendo-nos novas criaturas Nele, desta maneira, testemunhando o amor de Cristo crucificado e ressuscitado, pelas nossas atitudes cristãs, e por fim, nos espelhemos Nele, sejamos reflexos desse amor que emana do seu coração, a verdadeira caridade, que jamais alguém pode nos tirar, se estivermos firmes e bebendo da fonte verdadeira que é Cristo Jesus! Amém! Assim seja!
Fraternalmente Diác. Frei Nivaldo!!!
Caríssimos irmãos e amados filhos de Deus, amemos sobretudo a Deus, em primeiro lugar de nossa vida, procuremos conquistar esse tesouro maior que é o próprio Cristo em nossa vida, para que assim Ele possa ser o centro de nossa vida, assim conduzindo-nos sempre segundo a sua vontade; mas para isso é necessário que possamos abrir nossos corações para essa realização, que transforma a nossa vida, fazendo-nos novas criaturas Nele, desta maneira, testemunhando o amor de Cristo crucificado e ressuscitado, pelas nossas atitudes cristãs, e por fim, nos espelhemos Nele, sejamos reflexos desse amor que emana do seu coração, a verdadeira caridade, que jamais alguém pode nos tirar, se estivermos firmes e bebendo da fonte verdadeira que é Cristo Jesus! Amém! Assim seja!
Fraternalmente Diác. Frei Nivaldo!!!
sexta-feira, 29 de junho de 2012
quinta-feira, 21 de junho de 2012
quarta-feira, 20 de junho de 2012
terça-feira, 19 de junho de 2012
segunda-feira, 18 de junho de 2012
São Francisco nos impulsiona ainda hoje a muitos jovens que a espelho de São Francisco, procura fazer a mesma opção de vida!
Que nosso Pai Seráfico Francisco de Assis, possa continuar a inspirar a muitos jovens a seguir os passos do mestre Jesus, onde o próprio Francisco nos diz em uma bela canção: "Pois o amor, o amor não é amado, a felicidade assim não se pode encontrar, é preciso voltar a Jesus o amor que eu quero amar", assim como São Francisco possamos seguir e amar a Jesus na pessoa que está excluída da sociedade, chagadas e banalizadas. São Francisco Rogai por nós!
Encontro vocacional em Ouricuri do Mês de junho!
Esteve presente fazendo a visita vocacional, o nosso animador provincial, Frei Tiago Felipe, que enriqueceu mais o encontro vocacional, com sua partilha e encorajando-nos na caminhada pela vida consagrada Capuchinha!
A pastoral vocacional local de Ouricuri-fraternidade local, agradecemos ao Frei Tiago pela sua visita!
Paz e bem!
sábado, 31 de março de 2012
DOMINGO DE RAMOS DA PAIXÃO DO SENHOR!
CRISTO VAI AO ENCONTRO DA MORE COM LIBERDADE DE FILHO!
A oferta de sacrifícios a Deus parece constituir, em todos os povos, a expressão mais significativa do senso religioso do homem. Despojando-se de tudo o que lhe pertence por conquista ou pelo trabalho, o homem reconhece que tudo pertence a Deus e lho restitui em agradecimento. E quando uma parte do que foi sacrificado é comida pelos ofertantes, então se estabelece uma comunhão simbólica entre Deus e os comensais, uma participação da mesma vida.
Na Bíblia, as tradições sacerdotais nos dão a conhecer uma legislação completa, que poderia facilmente assumir valor autônomo e, portanto, formalista, esquecendo o significado da ação cultural em relação à salvação integral do homem. Os profetas lembram frequentemente que Deus só aceita as ofertas e sacrifícios se são acompanhados de uma atitude interior de humildade, de oferta espiritual de si mesmo, de conhecimento da própria e radical pobreza e da necessidade de uma libertação que nós sozinhos não podemos obter, mas podemos invocar e esperar de Deus.
O servo de Javé
A pobreza é, pois, o sacrifício espiritual, isto é, a realidade profunda de toda oferta e imolação de animais e de coisas em honra de Deus. Esta é uma atitude dos "pobres de Javé", e especialmente do "Servo de Javé"; este, tanto no sentido individual como no corporativo. Enviado para salvar seu povo (a humanidade), é obrigado a suportar perseguições e ultrajes; aceita-os, entretanto, com paciência e mansidão, sabendo que Deus o salvará.
CRISTO VAI AO ENCONTRO DA MORE COM LIBERDADE DE FILHO!
A oferta de sacrifícios a Deus parece constituir, em todos os povos, a expressão mais significativa do senso religioso do homem. Despojando-se de tudo o que lhe pertence por conquista ou pelo trabalho, o homem reconhece que tudo pertence a Deus e lho restitui em agradecimento. E quando uma parte do que foi sacrificado é comida pelos ofertantes, então se estabelece uma comunhão simbólica entre Deus e os comensais, uma participação da mesma vida.
Na Bíblia, as tradições sacerdotais nos dão a conhecer uma legislação completa, que poderia facilmente assumir valor autônomo e, portanto, formalista, esquecendo o significado da ação cultural em relação à salvação integral do homem. Os profetas lembram frequentemente que Deus só aceita as ofertas e sacrifícios se são acompanhados de uma atitude interior de humildade, de oferta espiritual de si mesmo, de conhecimento da própria e radical pobreza e da necessidade de uma libertação que nós sozinhos não podemos obter, mas podemos invocar e esperar de Deus.
O servo de Javé
A pobreza é, pois, o sacrifício espiritual, isto é, a realidade profunda de toda oferta e imolação de animais e de coisas em honra de Deus. Esta é uma atitude dos "pobres de Javé", e especialmente do "Servo de Javé"; este, tanto no sentido individual como no corporativo. Enviado para salvar seu povo (a humanidade), é obrigado a suportar perseguições e ultrajes; aceita-os, entretanto, com paciência e mansidão, sabendo que Deus o salvará.
segunda-feira, 26 de março de 2012
ANUNCIAÇÃO DO SENHOR
Na Igreja antiga celebrava-se, pouco antes do Natal, o mistério da Encarnação; a isso se referem ainda hoje os textos litúrgicos do terceiro domingo do Advento.
Não foi apenas uma preocupação de exatidão cronológica que contribuiu para fixar a festa da Anunciação nove meses antes do nascimento do Senhor, cálculos eruditos e considerações místicas fixaram igualmente em 25 de março a da da crucifixão de Jesus e da criação do mundo. Deus não entrou no mundo pela força; quis "propor-se". O "sim" de Maria realiza definitivamente a aliança. Nela está todo o povo da promessa: o antigo (hebreus) e o novo (a Igreja); "o Senhor está com ela", isto é, Deus é nosso Deus e nós somos para sempre seu povo. As leituras da liturgia de hoje - que é uma solenidade do Senhor - nos orientam para o mistério da Páscoa. O primeiro, o único "sim" do Filho, que, entrando neste mundo, disse: "Eis que venho para fazer a tua vontade" (Sl 39; Hb 10,4-10), recebe a resposta do Pai, o qual, depois da oferta dolorosa da paixão, selará com a ressurreição, no Espírito, a salvação apresentada a todos através da Igreja. A Encarnação é também o mistério da colaboração responsável de Maria na salvação recebida como dom. Revela-nos que Deus, para salvar-nos, escolheu essa pedagogia, a de passar através do homem: "...e o verbo se fez carne e veio habitar no meio de nós...e nós vimos a sua glória" (Jo 1,14).
Repetindo em cada missa: "Fazei isto em memória de mim!", o Senhor nos ensina a "darmos" também o nosso corpo e nosso sangue aos irmãos. Tornamos assim digna de fé a salvação de Deus, encarnando-a também nos pequenos "sim" que todos os dias repetimos, a exemplo de Maria.
Na Igreja antiga celebrava-se, pouco antes do Natal, o mistério da Encarnação; a isso se referem ainda hoje os textos litúrgicos do terceiro domingo do Advento.
Não foi apenas uma preocupação de exatidão cronológica que contribuiu para fixar a festa da Anunciação nove meses antes do nascimento do Senhor, cálculos eruditos e considerações místicas fixaram igualmente em 25 de março a da da crucifixão de Jesus e da criação do mundo. Deus não entrou no mundo pela força; quis "propor-se". O "sim" de Maria realiza definitivamente a aliança. Nela está todo o povo da promessa: o antigo (hebreus) e o novo (a Igreja); "o Senhor está com ela", isto é, Deus é nosso Deus e nós somos para sempre seu povo. As leituras da liturgia de hoje - que é uma solenidade do Senhor - nos orientam para o mistério da Páscoa. O primeiro, o único "sim" do Filho, que, entrando neste mundo, disse: "Eis que venho para fazer a tua vontade" (Sl 39; Hb 10,4-10), recebe a resposta do Pai, o qual, depois da oferta dolorosa da paixão, selará com a ressurreição, no Espírito, a salvação apresentada a todos através da Igreja. A Encarnação é também o mistério da colaboração responsável de Maria na salvação recebida como dom. Revela-nos que Deus, para salvar-nos, escolheu essa pedagogia, a de passar através do homem: "...e o verbo se fez carne e veio habitar no meio de nós...e nós vimos a sua glória" (Jo 1,14).
Repetindo em cada missa: "Fazei isto em memória de mim!", o Senhor nos ensina a "darmos" também o nosso corpo e nosso sangue aos irmãos. Tornamos assim digna de fé a salvação de Deus, encarnando-a também nos pequenos "sim" que todos os dias repetimos, a exemplo de Maria.
quinta-feira, 22 de março de 2012
segunda-feira, 19 de março de 2012
SÃO JOSÉ ESPOSO DA VIRGEM MARIA.
São José legou a Jesus a descendência de Davi. Jesus pôde, portanto, reivindicar este título messiânico prenunciado pela Eucaristia. Esta função de José é posta em particular relevo pela dupla genealogia de Jesus que os evangelistas nos deixaram (Mt 1,1-17; Lc 3,23-38). Além disso, José, o patriarca que realiza o tema bíblico dos "sonhos" (Mt 1,20-24; 2,13-19), com os quais Deus frequentemente comunicou aos homens suas intenções. Como João Batista é o último dos profetas, porque aponta (Jo 1,29) aquele que as profecias anunciaram, José é o último patriarca bíblico, que recebeu o dom dos "sonhos" (Gn 28,10-20; 37,6-11). Essa semelhança com os antigos patriarcas manifesta-se, ainda mais claramente, no relato da fuga para o Egito, com a qual José refaz a viagem do antigo José, a fim de que se cumpra nele e em Jesus, seu filho, o novo êxodo (Mt 2,13-23; Os 11,1; Gn 37; 50,22-26). Enfim, José, é o chefe da modesta família, na qual os seus contemporâneos puderam constatar a realidade da encarnação do Verbo e descobrir a grandeza das humildades realidades temporais de que Deus se serve para realizar seu plano.
José, esposo de Maria, é o último dos justos, do Antigo Testamento que vive em fé. Pela fé mereceu ser o guardião da "promessa" agora realizada no "mistério de salvação". O Evangelho o apresenta como uma figura fundamental no desígnio de amor do Pai, com uma função de "sinal" privilegiado da paternidade de Deus. A devoção popular, impondo tanta veneração a São José, reconhece profundamente que Deus escolhe para a sua obra pessoas mais adequadas e no momento mais justo.
Quem preside a liturgia Eucarística desempenha, como São José, um papel de "guarda" e administrador do mistério de salvação. O espírito de serviço dos ministros do culto deve, enfim, tornar digna de fé a maternidade da Igreja, a paternidade de Deus. As escolhas do Pai são fundamentalmente "justas" e não escapam aos enganos ligados ao risco da liberdade humana que Deus sempre respeita.
SÃO JOSÉ, ROGAI POR NÓS!
São José legou a Jesus a descendência de Davi. Jesus pôde, portanto, reivindicar este título messiânico prenunciado pela Eucaristia. Esta função de José é posta em particular relevo pela dupla genealogia de Jesus que os evangelistas nos deixaram (Mt 1,1-17; Lc 3,23-38). Além disso, José, o patriarca que realiza o tema bíblico dos "sonhos" (Mt 1,20-24; 2,13-19), com os quais Deus frequentemente comunicou aos homens suas intenções. Como João Batista é o último dos profetas, porque aponta (Jo 1,29) aquele que as profecias anunciaram, José é o último patriarca bíblico, que recebeu o dom dos "sonhos" (Gn 28,10-20; 37,6-11). Essa semelhança com os antigos patriarcas manifesta-se, ainda mais claramente, no relato da fuga para o Egito, com a qual José refaz a viagem do antigo José, a fim de que se cumpra nele e em Jesus, seu filho, o novo êxodo (Mt 2,13-23; Os 11,1; Gn 37; 50,22-26). Enfim, José, é o chefe da modesta família, na qual os seus contemporâneos puderam constatar a realidade da encarnação do Verbo e descobrir a grandeza das humildades realidades temporais de que Deus se serve para realizar seu plano.
José, esposo de Maria, é o último dos justos, do Antigo Testamento que vive em fé. Pela fé mereceu ser o guardião da "promessa" agora realizada no "mistério de salvação". O Evangelho o apresenta como uma figura fundamental no desígnio de amor do Pai, com uma função de "sinal" privilegiado da paternidade de Deus. A devoção popular, impondo tanta veneração a São José, reconhece profundamente que Deus escolhe para a sua obra pessoas mais adequadas e no momento mais justo.
Quem preside a liturgia Eucarística desempenha, como São José, um papel de "guarda" e administrador do mistério de salvação. O espírito de serviço dos ministros do culto deve, enfim, tornar digna de fé a maternidade da Igreja, a paternidade de Deus. As escolhas do Pai são fundamentalmente "justas" e não escapam aos enganos ligados ao risco da liberdade humana que Deus sempre respeita.
SÃO JOSÉ, ROGAI POR NÓS!
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
Quarta de cinzas!!!
CONVERTEI-VOS E MUDAI A VOSSA VIDA. RENOVAI-VOS DE ESPÍRITO E CORAÇÃO!
Da carta aos Coríntios, de São Clemente I, papa
FAZEI PENITÊNCIA
Fixemos atentamente o olhar no sangue de Cristo e compreendamos quanto é precioso aos olhos de Deus seu Pai, esse sangue que, derramado para nossa salvação, ofereceu ao mundo inteiro a graça da penitência.
Recordamos todas as épocas do mundo e verificamos que em cada geração o Senhor concedeu o tempo favorável de penitência a todos os que a ele quiseram converter-se. Noé proclamou a penitência, e todos que o escutaram foram salvos. Jonas anunciou a ruína aos ninivitas, mas eles, fazendo penitência de seus pecados, reconciliaram-se com Deus por suas súplicas e alcançaram a salvação, apesar de não pertencerem ao povo de Deus.
Inspirados pelo Espírito Santo, os ministros da graça de Deus pregaram a penitência. O próprio Senhor de todas as coisas também falou da penitência, com juramento: Pela minha vida, diz o Senhor, não quero a morte do pecador, mas que mude de conduta (cf. Ez 33,11); e acrescentou esta sentença cheia de bondade: Deixa de praticar o mal, ó Casa de Israel! Dize aos filhos do meu povo: "Ainda que vossos pecados subam da terra até o céu, ainda que sejam mais vermelhos que o escarlate e mais negros que o cilício, se voltardes para mim de todo o coração e disserdes: 'Pai', eu vos tratarei como um povo santo e ouvirei as vossas súplicas" (cf. Is 1,18; 63,16;64,7; Jr 3,4;31,9).
Querendo levar à penitência todos aqueles que amava, o Senhor confirmou esta sentença com sua vontade todo-poderosa.
Obedeçamos, portanto, à sua excelsa e gloriosa vontade. Imploremos humildemente sua misericórdia e benignidade. Convertamo-nos sinceramente ao seu amor. Abandonemos as obras más, a discórdia e a inveja que conduzem à morte.
Sejamos humildes de coração, irmãos, evitando toda espécie de vaidade, soberba, insensatez e cólera, para cumprirmos o que está escrito. Pois diz o Espírito Santo: Não se orgulhe o sábio em sua sabedoria, nem o forte com sua força, nem o rico em sua riqueza; mas quem se gloria, glorie-se no Senhor, procurando-o e praticando o direito e a justiça (cf. Jr 9,22-23; 1Cor 1,31).
Antes de mais nada, lembremo-nos das palavras do Senhor Jesus, quando exortava à benevolência e à longanimidade: Sede misericordiosos, e alcançareis misericórdia; perdoai, e sereis perdoados; como tratardes o próximo, do mesmo modo sereis tratados; dai, e vos será dado; não julgueis, e não sereis julgados; fazei o bem, e ele também vos será feito; com a medida com que medirdes, vos será medido (cf. Mt 5,7; 6,14; 7,1.2).
Observemos fielmente este preceito e estes mandamentos, a fim de nos conduzirmos sempre, com toda humildade, na obediência às suas santas palavras. Pois eis o que diz o texto sagrado: Para quem hei de olhar, senão para o manso e humilde, que treme ao ouvir minhas palavras? (cf. Is 66,2).
Tendo assim participado de muitas, grandes e gloriosas ações, corramos novamente para a meta que nos foi proposta desde o início: a paz. Fixemos atentamente nosso olhar no Pai Criador do universo e desejemos como todo ardor seus dons de paz e seus magníficos e incomparáveis benefícios.
"POR MINHA VIDA, DIZ O SENHOR, NÃO QUERO A MORTE DO PECADOR, MAS QUE ELE VOLTE E TENHA A VIDA".
Da carta aos Coríntios, de São Clemente I, papa
FAZEI PENITÊNCIA
Fixemos atentamente o olhar no sangue de Cristo e compreendamos quanto é precioso aos olhos de Deus seu Pai, esse sangue que, derramado para nossa salvação, ofereceu ao mundo inteiro a graça da penitência.
Recordamos todas as épocas do mundo e verificamos que em cada geração o Senhor concedeu o tempo favorável de penitência a todos os que a ele quiseram converter-se. Noé proclamou a penitência, e todos que o escutaram foram salvos. Jonas anunciou a ruína aos ninivitas, mas eles, fazendo penitência de seus pecados, reconciliaram-se com Deus por suas súplicas e alcançaram a salvação, apesar de não pertencerem ao povo de Deus.
Inspirados pelo Espírito Santo, os ministros da graça de Deus pregaram a penitência. O próprio Senhor de todas as coisas também falou da penitência, com juramento: Pela minha vida, diz o Senhor, não quero a morte do pecador, mas que mude de conduta (cf. Ez 33,11); e acrescentou esta sentença cheia de bondade: Deixa de praticar o mal, ó Casa de Israel! Dize aos filhos do meu povo: "Ainda que vossos pecados subam da terra até o céu, ainda que sejam mais vermelhos que o escarlate e mais negros que o cilício, se voltardes para mim de todo o coração e disserdes: 'Pai', eu vos tratarei como um povo santo e ouvirei as vossas súplicas" (cf. Is 1,18; 63,16;64,7; Jr 3,4;31,9).
Querendo levar à penitência todos aqueles que amava, o Senhor confirmou esta sentença com sua vontade todo-poderosa.
Obedeçamos, portanto, à sua excelsa e gloriosa vontade. Imploremos humildemente sua misericórdia e benignidade. Convertamo-nos sinceramente ao seu amor. Abandonemos as obras más, a discórdia e a inveja que conduzem à morte.
Sejamos humildes de coração, irmãos, evitando toda espécie de vaidade, soberba, insensatez e cólera, para cumprirmos o que está escrito. Pois diz o Espírito Santo: Não se orgulhe o sábio em sua sabedoria, nem o forte com sua força, nem o rico em sua riqueza; mas quem se gloria, glorie-se no Senhor, procurando-o e praticando o direito e a justiça (cf. Jr 9,22-23; 1Cor 1,31).
Antes de mais nada, lembremo-nos das palavras do Senhor Jesus, quando exortava à benevolência e à longanimidade: Sede misericordiosos, e alcançareis misericórdia; perdoai, e sereis perdoados; como tratardes o próximo, do mesmo modo sereis tratados; dai, e vos será dado; não julgueis, e não sereis julgados; fazei o bem, e ele também vos será feito; com a medida com que medirdes, vos será medido (cf. Mt 5,7; 6,14; 7,1.2).
Observemos fielmente este preceito e estes mandamentos, a fim de nos conduzirmos sempre, com toda humildade, na obediência às suas santas palavras. Pois eis o que diz o texto sagrado: Para quem hei de olhar, senão para o manso e humilde, que treme ao ouvir minhas palavras? (cf. Is 66,2).
Tendo assim participado de muitas, grandes e gloriosas ações, corramos novamente para a meta que nos foi proposta desde o início: a paz. Fixemos atentamente nosso olhar no Pai Criador do universo e desejemos como todo ardor seus dons de paz e seus magníficos e incomparáveis benefícios.
"POR MINHA VIDA, DIZ O SENHOR, NÃO QUERO A MORTE DO PECADOR, MAS QUE ELE VOLTE E TENHA A VIDA".
Quarta de cinzas!!!
CONVERTEI-VOS E MUDAI A VOSSA VIDA. RENOVAI-VOS DE ESPÍRITO E CORAÇÃO!
Da carta aso Coríntios, de São Clemente I, papa
FAZEI PENITÊNCIA
Fixemos atentamente o olhar no sangue de Cristo e compreendamos quanto é precioso aos olhos de Deus seu Pai, esse sangue que, derramado para nossa salvação, ofereceu ao mundo inteiro a graça da penitência.
Recordamos todas as épocas do mundo e verificamos que em cada geração o Senhor concedeu o tempo favorável de penitência a todos os que a ele quiseram converter-se. Noé proclamou a penitência, e todos que o escutaram foram salvos. Jonas anunciou a ruína aos ninivitas, mas eles, fazendo penitência de seus pecados, reconciliaram-se com Deus por suas súplicas e alcançaram a salvação, apesar de não pertencerem ao povo de Deus.
Inspirados pelo Espírito Santo, os ministros da graça de Deus pregaram a penitência. O próprio Senhor de todas as coisas também falou da penitência, com juramento: Pela minha vida, diz o Senhor, não quero a morte do pecador, mas que mude de conduta (cf. Ez 33,11); e acrescentou esta sentença cheia de bondade: Deixa de praticar o mal, ó Casa de Israel! Dize aos filhos do meu povo: "Ainda que vossos pecados subam da terra até o céu, ainda que sejam mais vermelhos que o escarlate e mais negros que o cilício, se voltardes para mim de todo o coração e disserdes: 'Pai', eu vos tratarei como um povo santo e ouvirei as vossas súplicas" (cf. Is 1,18; 63,16;64,7; Jr 3,4;31,9).
Querendo levar à penitência todos aqueles que amava, o Senhor confirmou esta sentença com sua vontade todo-poderosa.
Obedeçamos, portanto, à sua excelsa e gloriosa vontade. Imploremos humildemente sua misericórdia e benignidade. Convertamo-nos sinceramente ao seu amor. Abandonemos as obras más, a discórdia e a inveja que conduzem à morte.
Sejamos humildes de coração, irmãos, evitando toda espécie de vaidade, soberba, insensatez e cólera, para cumprirmos o que está escrito. Pois diz o Espírito Santo: Não se orgulhe o sábio em sua sabedoria, nem o forte com sua força, nem o rico em sua riqueza; mas quem se gloria, glorie-se no Senhor, procurando-o e praticando o direito e a justiça (cf. Jr 9,22-23; 1Cor 1,31).
Antes de mais nada, lembremo-nos das palavras do Senhor Jesus, quando exortava à benevolência e à longanimidade: Sede misericordiosos, e alcançareis misericórdia; perdoai, e sereis perdoados; como tratardes o próximo, do mesmo modo sereis tratados; dai, e vos será dado; não julgueis, e não sereis julgados; fazei o bem, e ele também vos será feito; com a medida com que medirdes, vos será medido (cf. Mt 5,7; 6,14; 7,1.2).
Observemos fielmente este preceito e estes mandamentos, a fim de nos conduzirmos sempre, com toda humildade, na obediência às suas santas palavras. Pois eis o que diz o texto sagrado: Para quem hei de olhar, senão para o manso e humilde, que treme ao ouvir minhas palavras? (cf. Is 66,2).
Tendo assim participado de muitas, grandes e gloriosas ações, corramos novamente para a meta que nos foi proposta desde o início: a paz. Fixemos atentamente nosso olhar no Pai Criador do universo e desejemos como todo ardor seus dons de paz e seus magníficos e incomparáveis benefícios.
"POR MINHA VIDA, DIZ O SENHOR, NÃO QUERO A MORTE DO PECADOR, MAS QUE ELE VOLTE E TENHA A VIDA".
Da carta aso Coríntios, de São Clemente I, papa
FAZEI PENITÊNCIA
Fixemos atentamente o olhar no sangue de Cristo e compreendamos quanto é precioso aos olhos de Deus seu Pai, esse sangue que, derramado para nossa salvação, ofereceu ao mundo inteiro a graça da penitência.
Recordamos todas as épocas do mundo e verificamos que em cada geração o Senhor concedeu o tempo favorável de penitência a todos os que a ele quiseram converter-se. Noé proclamou a penitência, e todos que o escutaram foram salvos. Jonas anunciou a ruína aos ninivitas, mas eles, fazendo penitência de seus pecados, reconciliaram-se com Deus por suas súplicas e alcançaram a salvação, apesar de não pertencerem ao povo de Deus.
Inspirados pelo Espírito Santo, os ministros da graça de Deus pregaram a penitência. O próprio Senhor de todas as coisas também falou da penitência, com juramento: Pela minha vida, diz o Senhor, não quero a morte do pecador, mas que mude de conduta (cf. Ez 33,11); e acrescentou esta sentença cheia de bondade: Deixa de praticar o mal, ó Casa de Israel! Dize aos filhos do meu povo: "Ainda que vossos pecados subam da terra até o céu, ainda que sejam mais vermelhos que o escarlate e mais negros que o cilício, se voltardes para mim de todo o coração e disserdes: 'Pai', eu vos tratarei como um povo santo e ouvirei as vossas súplicas" (cf. Is 1,18; 63,16;64,7; Jr 3,4;31,9).
Querendo levar à penitência todos aqueles que amava, o Senhor confirmou esta sentença com sua vontade todo-poderosa.
Obedeçamos, portanto, à sua excelsa e gloriosa vontade. Imploremos humildemente sua misericórdia e benignidade. Convertamo-nos sinceramente ao seu amor. Abandonemos as obras más, a discórdia e a inveja que conduzem à morte.
Sejamos humildes de coração, irmãos, evitando toda espécie de vaidade, soberba, insensatez e cólera, para cumprirmos o que está escrito. Pois diz o Espírito Santo: Não se orgulhe o sábio em sua sabedoria, nem o forte com sua força, nem o rico em sua riqueza; mas quem se gloria, glorie-se no Senhor, procurando-o e praticando o direito e a justiça (cf. Jr 9,22-23; 1Cor 1,31).
Antes de mais nada, lembremo-nos das palavras do Senhor Jesus, quando exortava à benevolência e à longanimidade: Sede misericordiosos, e alcançareis misericórdia; perdoai, e sereis perdoados; como tratardes o próximo, do mesmo modo sereis tratados; dai, e vos será dado; não julgueis, e não sereis julgados; fazei o bem, e ele também vos será feito; com a medida com que medirdes, vos será medido (cf. Mt 5,7; 6,14; 7,1.2).
Observemos fielmente este preceito e estes mandamentos, a fim de nos conduzirmos sempre, com toda humildade, na obediência às suas santas palavras. Pois eis o que diz o texto sagrado: Para quem hei de olhar, senão para o manso e humilde, que treme ao ouvir minhas palavras? (cf. Is 66,2).
Tendo assim participado de muitas, grandes e gloriosas ações, corramos novamente para a meta que nos foi proposta desde o início: a paz. Fixemos atentamente nosso olhar no Pai Criador do universo e desejemos como todo ardor seus dons de paz e seus magníficos e incomparáveis benefícios.
"POR MINHA VIDA, DIZ O SENHOR, NÃO QUERO A MORTE DO PECADOR, MAS QUE ELE VOLTE E TENHA A VIDA".
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
Os sete santos fundadores dos servitas!
Os sete fundadores nasceram em Florença. Levaram primeiramente vida eremítica no monte Senário, venerando de modo particular a Santíssima Virgem Maria. Depois dedicaram-se à pregação por toda a Toscana e fundaram a Ordem dos Servos de Maria (Servitas), aprovada em 1304 pela Sé Apostólica. Celebra-se hoje a sua memória porque, segundo consta, neste dia morreu Santo Aleixo Falconieri, um dos sete, em 1310.
Fr. Nivaldo - Unamos as nossas orações a esses grandes homens que entenderam e deixaram ser instrumentos nas mãos de Deus, assim também possamos nos deixar ser conduzido, por essa força maior que os conduziu; eles devotamente veneravam com um amor imenso a Santíssima Virgem Maria, ela que é a ceta que leva ao seu Filho Jesus único caminho de Salvação, ela está sempre a indicar e apontar a nossa salvação. Virgem Santíssima rogai sempre por nós a peregrinar nesta terra, e nos ajuda a caminhar para o teu Filho jesus e assim viver santamente conforme o santo Evangelho. Amém!
Fr. Nivaldo - Unamos as nossas orações a esses grandes homens que entenderam e deixaram ser instrumentos nas mãos de Deus, assim também possamos nos deixar ser conduzido, por essa força maior que os conduziu; eles devotamente veneravam com um amor imenso a Santíssima Virgem Maria, ela que é a ceta que leva ao seu Filho Jesus único caminho de Salvação, ela está sempre a indicar e apontar a nossa salvação. Virgem Santíssima rogai sempre por nós a peregrinar nesta terra, e nos ajuda a caminhar para o teu Filho jesus e assim viver santamente conforme o santo Evangelho. Amém!
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